domingo, 1 de maio de 2011

Pensei, cocei as mãos, olhei tantos outros com tantas outras informações ou deserviços que poderiam ser mais úteis do que uma mente pelo espaço, vagando descompromissadamente, pode contribuir. Titubiei. Ah, algumas palavrinhas que nínguem verá, só para mim, e para todo mundo. Vou brincar de solidão na rede. Brincar de estar só, com o grande irmão virado de costas, escovando os dentes na sua pia de metal. Vou brincar de estar solta pelo espaço, vagando em micro-partículas geladas, que não se prendem. Que não se pensam. Balançar na rede. Também não gosto dessas coisas, meu querido blog, hoje eu...afs! E ao mesmo tempo sinto como se alguma angústia presa na pele possa sair e se encontrar com outras angústias, formem um contradição juntas, escrever para não explodir, mas escrever o que não possa ser lido, sim sentido.
Tudo liguído. Amores, amizades, fotografias, memórias, identidades, fakes...já não sei mais qual a doença que eu tinha ontem. Tudo se foi pelo ar. É tempo do ar.
É melhor eu começar, talvez eu me esqueça de quem eu sou, assim conto com o auxílio de um recurso histórico do nada...
Talvez amanhã eu volte, inspirar por minha 'borboleta nos olhos', a quem tanto devo a vontade de escrever...
Talvez amanhã eu volte,
Talvez amanhã...

Ensaio precário de um solo sintético.

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